Acompanhando o futebol de perto, chego a seguinte conclusão:
Os clubes estão a beira do abismo, no ano passado o Palmeiras nos mostrou como os clubes estão endividados. Quase caiu para a serie B, com um elenco medíocre. Por sorte não aconteceu o pior, e este ano voltou a investir pesado no futebol. Isso deixa algumas dúvidas sobre a saúde do verdão.
Já este ano outros clubes vem demonstrando a falta de dinheiro ou o endividamento, Santos, Botafogo e Grêmio, são exemplos.
O Santos dispensou vários jogadores e ainda continua com problemas financeiros. O Botafogo foi rebaixado em 2014, e este ano tem feito contratações abaixo dos padrões do clube. O Grêmio por sua vez, fez um desmanche do grupo do ano passado, e agora com resultados negativos deve buscar investidores para contratar reforços para a temporada 2015.
Vivendo o momento político do Estado do Paraná e do nosso Brasil, vejo que as políticas, aplicadas por nossos governantes deve ser revista. O Estado do Paraná está sem condições financeiras para manter o mesmo.
Há quatro meses, o Governador Beto Richa em entrevista a uma emissora de TV do Estado, dizia que o Estado estava com as finanças em dia e que em 2015, teria dinheiro em caixa, para governar e investir, tanto em obras bem como nos trabalhos oferecidos pelo mesmo, como Educação, Saúde, Segurança e Saneamento.
Agora vem a público dizer que o Estado não tem dinheiro e que precisa de medidas drásticas para conter os gastos.
Vejo uma saída para sanar as dívidas dos Estados:
Primeiro: Diminuir as cadeiras para Deputados Federais, Estaduais e Vereadores.
Segundo: Diminuir os cargos de confiança, como Ministérios e Secretarias.
Terceiro: Diminuir os salários dos políticos e juízes.
Quarto: Limitar as aposentadorias de políticos para um teto de R$ 8.000,00. E a viúva ou viúvo receberiam a pensão e não seja repassada a outros membros da família.
Quinto: Criar uma lei que políticos que desviam verbos públicas e que seja condenado, tenha pena de Quinze (15), anos.E deve devolver o valor desviado e corrigido.
Sexto: Ter eleições gerais, de Vereador, Deputado, Senador, Governador e Presidente no mesmo ano.
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