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Posted: 12 Feb 2016 07:00 AM PST
O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil afirmou que o combate ao mosquito é o único meio disponível no momento para combater zika, dengue e chikungunya. Foto: Elza Fiuza / Agência Brasil
Com a participação da presidenta Dilma Rousseff, que vai acompanhar toda a ação do Rio de Janeiro, e de ministros em outros estados, a mobilização será realizada simultaneamente em 353 municípios, com apoio de secretários-executivos, presidentes de estatais e 220 mil militares. Participarão ainda governadores, prefeitos e aproximadamente 46 mil agentes de combate às endemias e 266 mil agentes comunitários de saúde. Cerca de 3 milhões de residências serão visitadas somente nesta ação. A mobilização faz parte da estratégia do governo federal de combate aos casos de microcefalia, dengue e chikungunya. Ainda em dezembro de 2015 foi decretada situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional para controlar a proliferação do mosquito e para enfrentar as três doenças. Desde dezembro, mais de 300 mil agentes de combate às endemias, agentes comunitários de saúde e militares reforçam o combate ao Aedes aegypti nas residências. Segundo o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, mais de 30% dos imóveis brasileiros já foram visitados. Ao todo, 20,7 milhões, dos 67 milhões de imóveis estimados, receberam equipes para identificação de focos e orientação aos moradores sobre medidas de prevenção ao vetor. Para acompanhar a situação, o governo federal instalou a Sala Nacional de Coordenação e Controle do Aedes Aegypti e para o Enfrentamento à Microcefalia. O objetivo é gerenciar e monitorar a intensificação das ações de mobilização e combate ao mosquito. A Sala é composta pelos ministérios da Integração, da Saúde, da Defesa, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Educação e da Secretaria de Governo da Presidência da República, além de outros órgãos convidados. Todos os estados e o Distrito Federal instalaram suas salas de situação e estão desenvolvendo ações de mobilização e combate ao mosquito. |
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Posted: 12 Feb 2016 06:48 AM PST
Dilma recebeu o convite das mãos do prefeito Alceu Barbosa Velho, e da rainha e princesas da festa. Na conversa, trataram sobre obras federais em curso no município. Ao serem relatadas à presidenta as ações locais de combate ao Aedes aegypti, ela ressaltou a necessidade de se manter atenção durante a realização do evento. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
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Posted: 12 Feb 2016 02:03 AM PST
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Posted: 11 Feb 2016 04:16 PM PST
Ministros acertam detalhes do Dia Nacional de Mobilização para o Combate ao Aedes aegypti, ação que será realizada simultaneamente em 353 municípios. Foto: Ichiro Guerra/PR
A ordem foi dada pela própria presidenta Dilma Rousseff, que vai acompanhar toda a ação do Rio de Janeiro, sede dos Jogos Olímpicos 2016. Nesta quinta-feira (11), foi realizada uma reunião para acertar os detalhes do chamado Dia Nacional de Mobilização para o Combate ao Aedes aegypti. “Tivemos uma reunião hoje, coordenada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, com todos os ministros, secretários-executivos, presidentes de empresas e autarquias federais. Ou seja, toda a cúpula do governo federal”, relatou o ministro da Saúde, Marcelo Castro. De acordo com ele, o objetivo é que todos estejam bem preparados “para o grande dia”. Além das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica), prefeitos, governadores e, agora, os ministros, a operação vai contar com aproximadamente 46 mil agentes de combate às endemias e 266 mil agentes comunitários de saúde. Esforço Máximo“Selecionamos 353 cidades onde faremos essa ação. Cada ministro, cada diretor de empresa irá para uma cidade diferente dos diversos estados. Qual a finalidade dessa grande mobilização? É mostrar que o governo federal, os governos estaduais e os governos municipais estão fazendo o esforço máximo para combater o mosquito”. Marcelo Castro alerta, no entanto, que nem mesmo esse esforço será suficiente para deter o Aedes aegypti se a população não se engajar na luta. “É preciso que a sociedade também se mobilize. Mesmo porque dois terços dos criadouros do mosquito estão dentro das residências. Então, o que estamos pedindo? Que as pessoas tirem 15 minutos de um dia por semana – estamos sugerindo que seja no sábado, o sábado da faxina. Com 15 minutos, a pessoa pode percorrer o quintal da sua casa, pode percorrer a sua casa e destruir todos os criadouros, eliminar todos os criadouros do mosquito, para não deixa-lo nascer”. E, já que não existe vacina e tampouco um remédio contra o zika vírus , a maneira mais eficiente de combater o mosquito é não o deixando nascer. “Há vários exemplos de cidades que conseguiram eliminar o mosquito. Mas, em todos esses casos, houve a participação efetiva da sociedade, que tem de ser um trabalho continuado, permanente, ininterrupto. Nós precisamos vencer essa luta contra o mosquito que está transmitindo três doenças graves: dengue, zika e chikungunya. Nós, governo e sociedade, venceremos o mosquito”, afirma Marcelo Castro. |
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